Séries | Grey’s Anatomy ( 06×08, 09 & 10)

GREY'S ANATOMYr

Grey’s conseguiu terminar sua primeira metade de uma forma positiva. Estável. Mas a queda de qualidade desde “I Saw What I Saw” mostrou que a temporada começa a perder um pouco o rumo. A fusão já perdeu sua força de antes. Izzie já está longe da zona de risco do câncer incurável. Meredith voltou a ser aquela coisa de sempre: a pessoa que não faz juz ao seu cargo de protagonista. Mas tá tudo aceitável, apesar de tudo.

Desde Arizona’s Anatomy o meu gosto pelo casal feito por ela e Callie ficou um pouco abalado. Não gostei do episódio. Não mesmo. Ficou muito no chororô de Arizona por um paciente que para mim nem foi assim tãão carismático (ok, choraminguei com a morte dele ). Mas a fofura das duas consegue pagar os pecados de alguns erros – como Callie tendo que dizer para cada pessoa que aparece que está com mulheres… Para que isso? Ou Arizona tendo que sempre ser a voz da razão. Perfeitinha, sem falhas. Cansa um pouco. – , ou só eu achei lindo as duas se beijando na hora de fazer a comida da ceia de Natal?

Mas um casal que me surpreendeu nos dois últimos episódios foi Christina e McArmy. Como assim? A minha repulsa pelos dois passou para fascínio! Falo sério. Tudo que eles precisvam era de uma conturbação mais pé no chão. Por que quando foi que seu último namorado te enforcou no meio da noite porque teve um pesadelo? O flertezinho de outra vida dele deu o tom mais próximo da gente e ainda pôs o medo em Christina que ela não tinha há um bom tempo. A nova médica é legal e amei a forma como a fizeram. Ela gosta de McArmy, mas deixa quieto sua paixão porque sabe que ele está com Yang. E é bem construída. Tem seus problemas com a guerra e tal, mas não é uma louca. É dura, doce, engraçada e rude quando precisa. A cena onde ela puxa Yang para o paciente morto que Christina acabou de comemorar ter falecido mais pro final do 10º episódio mostra isso.

Para mim, depois que toda a história de fusão, novos médicos, saída de George (lembram desse?), ausência de Izzie e Mer, ficava óbvio que o foco da temporada seria na renovação, novos personagens e relevância de certos personagens antes bem mal aproveitados. Os novos Mercy West’s guys estão ótimos na minha ficha. São chatinhos, rabugentos mas uns amores por dentro. Meu tipo preferido. Mas se alguém aproveita muuuito com essa remexida na série é Little Grey junto com McSteamy. E a filha dele, né? Depois de finalmente dar um passo para virar um homem, McSteamy levou um baque tendo que lidar com sua querida filha grávida. Os dois para mim vão contruindo a relação talvez mais cômica da história da série. Calmamente, tijolinho por tijolinho eles vão errando, acertando, se ferrando e se surpreendendo mais e mais com o que a diferença de idade dos dois pode trazer. Little Grey pode até estar levando de boa a mais nova pimpolha de McSteamy, mas não me surpreenderia se houvesse uma recaída de confiança – ou ciúmes – entre o casal.

E tem a trama sofrível do Chief, né? O cara simplesmente tem que sair urgente da série, porque nunca, repito, NUNCA, ele teve uma história realmente boa e relevante para o andar da série. Sempre foi o chato, que nega cirurgias para pacientes que mais precisam, que dá bronca em todo mundo e agora é um velho bêbado. No entanto o que me dá mais raiva é que a trama está dando a dizer que o mais com potencial para ser Chief 2.0 é McDreamy. Hun? Quedê Baley? Mas não importa muito. Só sei que não vai dar para mim aguentar muito mais tempo com o mala do Chief.

A série chegou num ponto onde eu não sei muito do que esperar, a não ser episódios muito bons, porém com tramas isoladas. O que pode ocorrer? Precisamos de um grande acontecimento que dê continuação para algo grandioso para essa temporada. Casamento não dá mais, né? Seria criatividade de mais para minha pessoa. A sensação que fica é que Grey’s ano a após ano vai entrando em um beco sem saída. Mas a tal de Shonda Rhymes consegue nos surpreender quando menos imaginamos. E torço para que em 2010 algo tão chocante como o “Oh, God! It’s George!” ocorra. Algo que me faça roer as unhas, puxar cabelos, sofrer… E me fazer sentir orgulho de assitir Grey’s.

Até Janeiro, Seattle Grace.

Por que odeio Crepúsculo?

Alguns dizem que eu gosto de modinha. Que sou um garoto de fases e gosto somente do que faz burburinho no momento. Pode-se até dizer que uns tempos atrás isso era verdade, talvez ainda seja, sei lá. Gostei de Harry Potter, amo Lady Gaga… Mas se gosto dessas modinhas, é por que são modinhas que renovaram, são criativas, surpreendentes e que fazem meus olhos brilharem. E é por isso que não entendo todo esse bendito hype em torno da saga que anda fazendo tanta pessoa ficar louca por aí… A obra de Stephany Mayer: a Saga Crepúsculo.

Num poço fundo de falta de criatividade e erros, a historinha do casal Edward e Bella é algo que me dá dó, indignação e raiva. Dó? Ver as pessoas quase se matarem por isso quando existem tantas histórias vampirescas melhores por aí. E muitos sabem que falo sério com a mais pura das verdades. Indignação? Levarem-na como se fosse algo extremamente criativo e nunca antes visto na humanidade. Raiva? É que isso anda batendo recordes de tudo. Vendas de DVD’s, ingressos de sessão, bilheteria na estréia, casos de tímpanos estourados por conta de gritos de meninas histéricas e tantos outros.

A Saga Crepúsculo, ao meu ver é tosca. Nada presta. Ao meu ver, claro. A única coisa que talvez eu possa dar mérito com sua criação foi que com ela, um revival em tramas vampirescas aconteceu e com isso, muita história boa saiu desde então ( na minha mente, as palavras True Blood e The Vampire Diaries ecoam loucamente ).

Não há qualquer novidade na trama. Vampiros bonzinhos, amor impossível, mocinha sofrida… É puramente um retalho de histórias repetitivas postas de mal jeito. Só li os livros. Não me arrisco em ver os filmes. Tenho 100% de certeza que vai ser uma aventura muito pior do que as 400 páginas já lidas do volume 1, 2 e do pouco do 3º. A história não me envolve tanto porque não sou dos que gosta de histórias de amor muito grudentas, quanto porque Stephany Mayer não sabe escrever. E isso fica berrante nas horas que se aborda a grande vilã da história ( não é só nessa hora, mas é o detalhe que me dá mais nervoso nas várias bolas foras nos livros ). Nas inúmeras vezes que o livro a menciona, a autora nunca consegue realmente transparecer o que podia ser uma vilã extremamente violenta, sombria e sanguinária.

Não há qualquer cuidado como o que havia com Voldemort de J.K. Rowling ( ou de qualquer outra história que se preze ). Não se sente o medo assolando cada passo de Bella como se sentia com cada respiração do saudoso Harry Potter. O medo de Bella perder Edward é mais alarmante do que a vida da personagem. Uma prova disso é que até hoje não sei o tal nome da vampira… Enquanto qualquer um lembra poucas vezes depois o nome de Voldemort quando o ouve pela 1ª vez. Certo que Bella realmente pensa que Edward é mais importante que sua própria vida. Eleva-se os valores da paixão e blá, blá, blá. Mas vejo que a escritora faz um trabalho tão ruim que não consegue nem deixar muito bem definido a sensação de que isso não passa de uma loucura de Bella. De que o que realmente importa é a protagonista viva. Tudo passa despercebido e mal interpretado e o que realmente importa é mostrar como Edward é lindo, maravilhoso, frio, branco e brilha no Sol. Como Bella quer ser uma vampira, viver para sempre com  ele e mais uma bando de coisinhas melosas. O uso excessivo de palavras e sentimentos também me cansa. É muito amor, muito medo, muito tempo, muita dúvida, muito tudo. É exagerado demais. Pros dois lados. É pouco carisma, pouca satisfação com outros personagens que Bella não esteja perdidamente apaixonada…

Fica tudo focado no que Bella sente das pessoas e coisas e não o que elas realmente são. É tudo um ‘dane-se’ na vida de Bella em relação a Edward, não existe lógica nesse mundo louco dela. Não sei se nos 2 volumes finais existe, mas essa garota precisa de uma psicólogo ur-gen-te.

Vampiros não podem brilhar. Vampiros precisam ser no mínimo violentos. Precisam ter sede eterna de sangue, queimarem no Sol e morrerem com estacas. Precisam ser tratados numa história com mais cuidado, terem falhas e não serem perfeitos, serem sempre previsíveis…

Um  dia pensei que talvez Crepúsculo poderia ter dado certo, se não fosse enviado para a cabecinha da terrível Mayer, que foca tudo no lugar e hora errada. Que é tratada como rainha quando tem criatividade zero, se expressando de forma repetitiva e cansativa e que conseqüentemente acaba fazendo Bella uma chata e egocêntrica. Fico com meu True Blood perfeitinho e bonitinho. Ou qualquer outra coisa mais dinâmica e renovadora que a colcha de retalho e tanquinhos em massa que a Saga Crepúsculo fez. E que tanta gente ama.

Já dizia @heyannasmile com as palavras mais sábias que escutei, fazendo uma comparação inevitável com os livros de JK Rowling: Harry Potter é sobre enfrentar seus medos, amizade e aceitação, Twilight é sobre quão importante é ter um namorado.

#Aff.

V 1 | 1 – Pilot

V 1 | 1 - Pilot

E quem disser que Flashfoward é melhor, é um louco.

Os Visitors chegaram e a série da temporada mais aguardada por mim não me decepcionou em nada com seu Piloto.

Após inúmeras naves chegarem pomposas, lindas e absolutas nas principais cidades do mundo, (dando chance de ouvir até mesmo a linda Anna falando o bom e velho “brasileiro”) a humanidade se vê em festa com a chance de finalmente conhecer uma outra raça inteligente, ter cura para inúmeras doenças e ainda poderem dar uma volta na pequena nave com os Visitors tão educados, lindos e pacíficos que tanto se preocupam em ser.

A partir daí tudo fez meus olhos brilharem. De Elizabeth Mitchell até a linda e grande incógnita chamada Anna. E a própria linha de história conseguiu levar o tom meio que apressado de tanta coisa acontecendo sutilmente, já que deu tempo dele apresentar a chegada do Visitors, a reação dos humanos, a relação com eles e a descoberta de que nem tudo ali são flores.

V 1 | 1 - Pilot

No entanto não é a humanidade se dividindo em acreditar ou não nos Visitors que mais me fascinou na série (o padre até que tentou mostrar fé no início, mas acho que pelo menos dele, não veremos mais rezas e problemas com Vaticano e afins como presenciamos nos momentos antes do ataque de Visitors na reunião de esquerda). Nem a as grandes reviravoltas que o primeiro episódio já tratou de fazer – a já mais que conhecida informação de que os Visitiors não são bonzinhos coisa nenhuma. Ou a, para mim surpresa, de que dentro da própria aça de alieníginas havia uma resistência – e nem mesmo o início do grupo rebelde contra os vilões de toda a história. O que mais me prendeu em todo o contexto foi os Vistors em si. E ninguém barra.

Creio que os diálogos, os efeitos, os outros personagens… Absolutamente tudo se perde quando Anna ou Lisa entram em cena. Além de serem lindas eu ficava com os olhos brilhando com a pacifidade, o ar esnobe e indiferente que mesmo tempo passava algo amável no meio de um olhar tão estranho. E Tyler, que a 1ª vista não foi burro em deixar passar uma chance dessa, logo se juntou a Lisa para a Embaixada feita pelos V. Se tudo for de acordo com o que acho que vai ser, o núcleo de Tyler na nave pode ser um dos mais interessantes, já que é o com mais potencial de descobrirmos a dentro sobre os outros.

Ótimo Piloto… ótimo tudo. Oremos para que não vire um Flashfoward da vida e nos decepcione mais a frente… Mas foi um episódio tão memorável que não sei… Ponho fé!

Hello world!

Mudei! Tanto tempo que não queria só escrever sobre Séries. Ainda vou… Mas o Vício de Seriados me impedia pelo bendito nome de adentrar em outros campos.

Veremos se dá certo…..

 

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